Uma hipótese promissora não é, necessariamente, um tratamento eficaz.
Nesta reportagem que escrevi para a VEJA SAÚDE, analiso o que os grandes estudos clínicos revelaram sobre o uso da semaglutida na doença de Alzheimer e explico por que precisamos diferenciar mecanismo biológico, associação e benefício clínico comprovado.
A ciência também avança quando os resultados nos obrigam a rever expectativas.
Dra. Isis Toledo
Endocrinologista · SBEM · Especialista em Gestão Metabólica